Mozart Catão é homenageado com o Mosquetão de Ouro às vésperas dos 31 anos da conquista do Everest e após 28 anos da morte no Aconcágua

  • 30/04/2026
(Foto: Reprodução)
Montanhista de Teresópolis é homenageado às vésperas dos 31 anos da conquista do Everest Divulgação O alpinista Mozart Catão voltou a ser reconhecido nacionalmente após 28 anos de sua morte em uma avalanche no Aconcágua, na Argentina, em 3 de fevereiro de 1998, quando tinha 35 anos. A homenagem com o Mosquetão de Ouro, a principal premiação da Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME), ocorreu em 11 de abril, mês que antecede uma data histórica: os 31 anos da primeira conquista brasileira do Monte Everest (Nepal/Tibete), em 14 de maio de 1995. Mozart Catão chegou ao cume do ponto mais alto da Terra (8.848 m) ao lado de Waldemar Niclevicz. A homenagem é concedida a atletas e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do montanhismo no país. Mozart foi escolhido por votação popular na categoria póstuma. Natural de Teresópolis, considerada a capital nacional do montanhismo, na Serra do Rio de Janeiro, Catão iniciou sua trajetória ainda na adolescência, frequentando o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, onde desenvolveu a paixão pelo esporte. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Vídeos em alta no g1 Além de entrar para a história ao chegar ao topo do Everest, acumulou outras conquistas ao longo da trajetória, como o próprio Aconcágua, Kilimanjaro, Denali, Elbrus e Monte Vinson, além de três registros no Guinness Book. Mozart era formado em Educação Física e conhecido pelo planejamento detalhado das expedições e dedicação ao esporte, tornando-se referência no montanhismo brasileiro. Legado preservado pela família A homenagem foi celebrada pela família. Para a sobrinha Carolina Catão, o reconhecimento reforça a importância de preservar a memória do montanhista. “Ver que, após quase 30 anos, ele ainda é lembrado por seus feitos é muito gratificante. A família se empenha em manter essa história viva e apresentá-la às novas gerações”, afirmou. Ela destacou ainda que o acervo deixado por Mozart, com objetos, fotos e diários, segue sendo utilizado em ações de memória e palestras. LEIA TAMBÉM: Vereador denuncia suspeita de superfaturamento na compra de merenda escolar em Petrópolis Uerj e escolas públicas promovem evento em Nova Friburgo para incentivar meninas na ciência Projeto social “Lona na Lua” inaugura terceira unidade em Cachoeiras de Macacu “As homenagens, como o Mosquetão de Ouro, um livro voltado ao público infantil e a trilha no Parque Nacional da Serra dos Órgãos que leva seu nome, nos enchem de orgulho”, completou. Além da premiação, o nome de Mozart Catão permanece presente em trilhas, memoriais e projetos em Teresópolis, reforçando sua importância para o esporte no Brasil. A trajetória do montanhista, marcada por pioneirismo e conquistas históricas, segue inspirando novas gerações. Mozart Catão foi escolhido por votação popular para o Mosquetão de Ouro 2026 Divulgação

FONTE: https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2026/04/30/mozart-catao-e-homenageado-com-o-mosquetao-de-ouro-as-vesperas-dos-31-anos-da-conquista-do-everest-e-apos-28-anos-da-morte-no-aconcagua.ghtml


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